quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Roda viva, viva à roda !

Suspira e acorda atordoado, mais uma vez, era um sonho dissipado.
Isso não lhe tira o sorriso amarelado do rosto, nem o brilho sincero dos olhos.
Algoz pensamento. Maliciosa e infantil, a criança avisa que boas novas chegaram
-São sempre elas as donas da verdade-.
Não há tempo para o algoz, o fel que vem paralelo a qualquer gosto doce de viver.
Portanto, sem pestanejar, levanta da cama, calça os chinelos e deixa a brisa passar
sutilmente pelo seu rosto. E mais uma vez, um novo recomeço.
Roda à roda da vida, viva à vida que roda !!

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