sábado, 17 de dezembro de 2011

De faixadas encadernadas, encobrimos delicadamente a poesia de cada verso da vida, deciframos minuciosamente os deleitos do existencialismo, superficialismo, individualismo que talvez, cobertos por camadas de sutil superficialidade, eganemos aos que fingem não enxergar. Enxergar o quê ? Enganar o quê ? Ou à quem ?
Eis o impasse : para que negar o inegável, visto que de perto somos todos formados pela mesma síntese de pensamentos. É indispensável que esqueçamos os princípios básicos :
Nascemos do amor! Amor esse que nasce e vincúla entre um cordão ! Batizados por um rio de lágrimas. As nossas próprias lágrimas !!! Vingamos do que mais puro pode existir : Doar -se sem nada em troca pedir, só amor !!
Aonde nos comrropemos ? Aonde trocamos ato tão límpido e nobre pela camada de superficialismo que encobre o status inerente ao existencialismo. Será que dessa vez o escárnio da contradição estara certo ? Retrocesso pelo progresso !! Ou há um progresso pelo sucesso ? Ou será tão enlouquente meu pensamento que julgo estarmos longe do que tão perto já estivemos ? Será que estamos longe ? Será que estamos perto ?
Corriqueira dúvida, tão instigante quanto o tempo que insisti em não parar ! Enquanto isso, de faixadas encadernadas vivemos, encobrimos delicademente a poesia de cada verso da vida, e sinicamente superficializamos já incoscientes o que há de bento no mais simples e singelo ato vivêncial.

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