“La vie se donne à qui s’est donné”
“La vie est à vivre.”
“Ose rêver”
“…pour toute ma vie…”
Por força do abito optou por suas vestes claras. Fazia um dia claro, lhe coube bem um tom suave.
Seguiu em frente, como era de costume,não era de olhar para os lados porém abriu uma exceção
e sentiu o vendo que passava delicado por seu rosto. Sentia suas pálpebras fechando (...) Decidiu naquele dia não enxergar, apenas sentir. E sentiu-se ! Deu-se de presente o livre arbítrio, despretensioso. Entrou no vento, sentiu a brisa, a maresia. Paralelo ao tempo que te move e te muda constantemente. Ali eram apenas o eu com o seu eu ! Na premissa de sua áurea, de seu espírito, de sua matéria, de sua carne. Em uma espécie de revigoramento. Assim, portanto, voltando, sacode o corpo e segue andando em frente.
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