Era dia de chuva, era dia de alegria !
Viva aquele povo que sofria
Mamãe ouviu nossas preces.
Ri-Rò ! - Louvava tia Preta em preces.
Era festa no sertão
Oh, sertão tão querido, tão malvado !
Castiga, cativa seu povo, que com sua beleza, instiga.
Povo esse que confesso, invejo.
Por tão pouco exibe tal sorriso
Sorriso amarelo, sorriso sincero.
Por isso eu digo e repito :
Não vão se embora não !
Pro amontanhado de concreto
Que é só mais um objeto
Dessa tal de ambição
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