sábado, 4 de junho de 2011

Breve,curta,triste.

Lhe faltou um pouco de decência na hora do diálogo todavia por mais que tentasse não conseguia esconder o brilho delicado dos seus olhos que tentava ofuscar.
Fuga ? Talvez uma falsa armação, pura proteção !
Visto aos maus olhos como a má companhia à ela isso não pareceu importar muito no momento.
Ao que ela intitulava de amor, eu defino como protótipo de paixão, talvez obsessão de quem não esta acostumada a ser objeto manipulado.
Indo de contra as histórias de eufemismos, a tal maledicência alheia foi que fez valer a triste realidade.
A ele lhe coube cobrir-se novamente da capa negra de falsa indiferença.
E a ela a atípica vida de quem se esconde em medos.

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