terça-feira, 8 de março de 2011

Sutil arrependimento

A garganta seca suplica, clama, implora.
Pobre dos aventureiros que não me deram ouvidos
Assisto de longe as súplicas de perdão
Pesaroso veneno que vicia tão rápido quanto destrói
Doce arrependimento, só sobrou você e a delicada nostalgia
É triste ver em teus olhos a lágrima ardente que cai e queima
Implorando pelo inútil desnecessário que não voltara mais.
As escolhas foram feitas, a sorte fora lançada
[...]
O ato de perdão fora renegado.
A linha traçada.

2 comentários:

  1. ficou foda esse. tanto o texto como o marcador. parece até que foi eu que criei essa categoria de " Exorcismos mentais poeticamente eufemisados", haha, curti muito (:

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  2. digamos que metade do meu vocabulário eu adquirir quando tínhamos aqueles diálogos aparentemente desconexos,kk.

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